Olhos fechados para melhor sentir, abri-me numa página qualquer. Incensos que acariciam o vento, vento que acaricia o rosto. Ruas de Outono. Lá fora faz silêncio e um mar de pensamentos vibra nas profundezas do meu ser. Lá fora, silêncio, e um mar de sentimentos pulsa nas profundezas do meu ser. A respiração é funda, a alma é funda, o amor também. Tanto que são quase intraduzíveis - as verdades em mim impressas. Mesmo assim, escrevo. E escrevo, principalmente, porque muito de mim é você. És a parte da qual mais gosto em mim. E esse é um presente que não cabe em molduras. Nem nesse texto. Nem em compreensões humanas. Ainda assim, escrevo. Teimosia? Não, amor.
sábado, 2 de janeiro de 2010
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