(e vento...
Os cachos que caem por sobre as conchas do cais
são sonhos
são arte
são parte
de mim
Os sonhos que surgem das àguas claras da alma
são sóis clareando infindas
partes
de mim
A arte que é sonho
alma
sol
e
infinito
nas conchas dos cachos infindos
revelou-se
e
PAUSA
A poesia foi guardada nas mãos de veludo
(Segredo)
Mãos fizeram conchas para ocultar
a poesia
da outra que se aproxima:
sem cachos, sem arte e sem Sol
Amores corcundos
e
Conversas flácidas
sobem
degraus
tentando
alcançá-lo
Ele, que no meu cais repousa
Ele, que só meu cais revela
Ele, que é parte de mim
[E não dela.

0 comentários:
Postar um comentário