Nosso amor quer florescer: porque o pulso ainda pulsa. Por isso, quando você borra o meu batom e diz que ainda me ama, eu também te amo. Porém, quando os fatos do passado assombram minha mente já cansada de tanto lembrar, eu finjo que te odeio. Não odeio, entretanto, gosto de pensar o contrário: porque a verdade é que quando te abraço, respiro o teu perfume. Quando sua pele me chama, eu também me entrego. Quando nossas bocas desconversam e dizem coisas banais, nosso olhar conversa profundamente. Quando você repara nos traços do meu rosto ou no contorno das minhas mãos, eu finjo que não percebo. Quando você parte, eu finjo que não dói. E porque quando te tenho, te quero ainda mais. Você existe, sim. E eu, embora tente me esquecer disso, ouço a música dizendo que é pra sempre.
E o pra sempre é sempre por um triz...
E o pra sempre é sempre por um triz...


0 comentários:
Postar um comentário